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 Pink Floyd Obra-prima do rock progressivo |
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Mina
Atrevimento clássico
Poucos cantores podem se dar o luxo de não fazer shows, nem aparecer na televisão, e ainda assim manter um público fiel.
A última apresentação ao vivo de Mina foi em 1978 - um show na Bussola, elegante local noturno da costa italiana. De lá para cá, somente um disco por ano com músicas novas e, eventualmente, alguma coletânea.
Com mais de 45 anos de carreira, seu retiro voluntário não arranhou sequer um milímetro de seu prestígio e sua popularidade; ao contrário, a cada ano, o lançamento de seu novo disco é aguardado com grande especulação pelas rádios, crítica e público.
Em 1967, fundou sua própria gravadora, a PDU, para viver o sonho de todo artista: liberdade total de criação.
Seu filho, Massimiliano Pani, faz os arranjos e os músicos, que são considerados os melhores da Itália, gravam com ela desde os anos 70.
Destaque também para as capas e os encartes de seus discos, a cargo dos maiores artistas plásticos e gráficos italianos.
Elogiada por Sarah Vaughan, foi diversas vezes convidada por Frank Sinatra para cantar nos Estados Unidos. Não quis. Prefere trabalhar no estúdio em novos projetos, cozinhar para os amigos e jogar cartas até o amanhecer para ter inspiração e assim nos apresentar um trabalho belíssimo como Veleno.
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